quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cadeira Barcelona - Ludwig Mies Van der Rohe

Bom dia meninas e meninos,
O dia amanheceu lindo, céu azul,
mas aos poucos as nuvens foram aparecendo
e vamos ter que carregar o guarda-chuva na bolsa.


Eu continuo estudando amadas,

prometo que no final de semana,
visito todas vocês.

* Para hoje um pouco de história do design:

Design mundialmente conhecido,
estou falando da cadeira Barcelona,
o xodó dos decoradores.




“Este gracioso modelo de cadeirão remonta á data da encomenda
 do Pavilhão da Alemanha para a exposição universal de Barcelona, em 1929.
Lugwig Mies Van Der Rohe projetou um edifício considerado
emblemático da arquitetura moderna e criou uma estrutura poética
de planos horizontais e verticais,
constituídos por paredes de mármore e ónix,
 vidro pintado e colunas cromodas.
 (o pavilhão foi demolido em 1930 e reconstruído
 pela Fundació Mies van der Rohe,
de acordo com as especificações originais em 1983-86).
Não tendo no seu portfólio mobiliário que considerasse
 para a utilização neste espaço amplo e ininterrupto,
concebeu assim a cadeira Barcelona, de modo a não
parecer demasiado grande nem a afetar a fluidez do espaço,
 para complementar o pavilhão.
 Dado que reis da Espanha deveriam ser alí recebidos,
Mies estava determinado a produzir uma cadeira
“importante, elegante e monumental”.
Utilizou uma estrutura de tesoura – com duas pernas em aço cromado,
 curvas e elegantes, como características chinesas
– onde cada lado era unido por uma barra transversal
com pernas e toda a estrutura era soldada e limada á mão.
As barras de aço eram um material exclusivo na altura
e as correias de couro, esticadas sobre a estrutura,
 escondiam inteligentemente os pernos(parafusos).
Apesar de os cadeirões serem de fabricação difícil,
para não falar do seu custo, a Knoll começou a
produzir a cadeira, mas decidiu criar uma
estrutura soldada singular inteira. Esta solução
reduziu a necessidade de polimento e lixamento e,
 em 1964, o aço cromado foi substituído por aço inoxidável polido.
 No entanto, a estrutura esteve sempre visível;
o princípio da suspensão vê-se através do assento flutuante.
O cadeirão foi aperfeiçoado por Mies nos anos de 1950,
 para conferir maior elasticidade ao assento, referindo que
 “a cadeira deveria abrir-se ao seu ocupante sob o peso do seu corpo.
As costas deveriam inclinar-se e o assento afundar-se.”
 No pavilhão alemão,
Mies colocou apenas duas cadeiras com almofadas em couro branco,
 cada uma com 40 painéis cosidos á mão
 – junto a uma parede de ónix cor mel,
o que lhe conferia um ar de autoridade
e as elevava imediatamente ao status de tronos.
 O cadeirão Barcelona nunca se destinou á produção em série,
mas tornou-se num objeto de culto devido ao seu designer,
 que o começou a utilizar nas áreas de recepção
 formais dos seus emblemáticos edifícios
– o que explica porque o podemos ver ainda hoje em edifícios de escritórios.”




Design, 1000 Objectos de Culto, Volume 3


Bom dia de chuva para todos nós!!!

Eu vou continuar estudando,
 e já que vai chover,
vou planejar um docinho gostoso.

;0) Beijinhos Binis.





Um comentário:

Chica Pequena disse...

Obrigada pela visita, parabéns pelo blog, bons estudos. Bjs. Claudia.

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Varrendo as energias estagnadas, as energias negativas, tudo que há de ruim na minha vida....

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